Monday, October 05, 2009

Women are dominating Social Media


This self-explanatory picture above clearly portaits our view of having CNO - Chief Networking Officer as a new career opportunity for executive women. If you are an ambitious corporate lady, what are you waiting for?


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Medicina e redes sociais


Estamos assistindo a uma adesão acelerada do público em geral às diversas redes sociais nos últimos meses. Redes Sociais são sites de relacionamento baseados na Internet, mas que aos poucos começam a convergir para outros hardwares como celulares e TV digital. Nenhuma das redes sociais é completa e auto-suficiente. Todas possuem uma vocação e funcionalidades específicas para seu público-alvo. O usuário deverá estar familiarizado com suas principais categorias e seus atores para que possa definir uma atuação aplicada a carreira, negócios e política. Na verdade, as redes sociais oferecem o ferramental perfeito para um mundo cada vez mais integrado e globalizado. O verdadeiro nome do jogo é gestão de populações. 

Esse é um jogo fascinante para um novo estilo de liderança: CNO - Chief Networking Officer, pensador estratégico que monta uma equipe de gestores de redes de relacionamento objetivando construir uma relação profícua, efetiva e de ganhos mútuos com todos os stakeholders que gravitam ao redor do seu negócio. As redes sociais facilitam tremendamente o fluxo de comunicação e na qualidade do relacionamento entre as partes visto que podem ser acessadas de qualquer computador e/ou handset  a qualquer tempo em qualquer lugar. 

E como isso tudo está relacionado à Medicina? Totalmente é a resposta. A começar pelo perfil do profissional da área de saúde.  O médico, em geral, é um profissional analítico e inquisitivo, que reúne informações de diversas fontes. Ele possui uma visão holística e sistêmica. Ele entende a interdependência entre todos os órgãos que compõe o ser vivo. Sua capacidade de processamento dos dados conduz ao diagnóstico e à ação efetiva de solução do problema. Por vezes, essa tomada de decisão é pressionada pelo tempo.  O médico está sempre fazendo escolhas e tomando decisões caso a caso. Assim, como monitora a saúde de seus clientes constantemente. 

Do ponto de vista populacional, os médicos sempre procuraram montar uma rede que compartilhava o conhecimento baseado em suas experiências com as mais diversas doenças. Tendo universidades, centros de pesquisa e medicina especializados como pontos de conexão, a medicina sempre operou em forma de rede para tentar solucionar os males que afligem a humanidade. 

Quando pensamos em gestão de hospitais e/ou planos de saúde, veremos que muitos stakeholders estão envolvidos no processo, a começar pelo próprio Governo Federal que tem um papel muito importante em regulamentação e no controle da saúde, seja pública, seja privada. Portanto, o raciocínio sistêmico em forma de redes é natural e inerente aos profissionais da área de saúde. Tanto humana quanto animal.

Falo por experiência própria, pois sou formado em Medicina Veterinária e levei apenas alguns segundos para entender a importância das redes sociais como ferramenta de gestão de populações. Não é a toa que os números são impressionantes com o Facebook já superando a marca de 300 milhões de membros. Se Facebook fosse um país, ele seria o 3º mais populoso do mundo atrás apenas da China e da Índia. Veremos quanto tempo ele levará para ultrapassar esses dois "competidores". E isso que o Facebook tem menos de 10 anos de existência!

Vale lembrar que o estilo de liderança do CNO - Chief Networking Officer precede o próprio uso estratégico e inteligente das redes sociais. Afinal de contas, os sites não fazem milagres. Para que se obtenha um bom resultado recomenda-se que o usuário ofereça uma proposta de valor única e diferenciada. 

O conteúdo publicado na Internet tende a permanecer e se acumular na mesma. Assim, todo input adicional ajudar a aumentar a visibilidade do usuário, seus produtos, seus serviços e suas marcas tremendamente perante as ferramentas de procura. Tudo isso sem a necessidade de se pagar por links patrocinados. Existem ainda técnicas de associação de palavras que contribuem para o aumento da atratividade dos serviços oferecidos. 

Minha experiência pessoal com determinados grupos de profissionais que ainda não está atuando fortemente em redes sociais, como o caso dos profissionais da área de saúde, demonstra que há um grande potencial a ser explorado justamente pela baixa concorrência existente nesse momento. Portanto, a hora é essa. O mercado está amadurecendo e as pessoas estão entendendo cada vez mais do valor de se combinar ações do mundo real com ações no mundo virtual. 

Deixo aqui o convite-desafio para fazer uma experiência com redes sociais objetivando adquirir o saudável hábito de usar esse ferramental na gestão de sua carreira e de seu negócio no ramo de saúde. Para os mais ambiciosos, ouso afirmar que é possível até mesmo planejar o processo sustentado e estruturado de internacionalização de empresas de saúde através de modelos de aceleração de negócios baseado em redes sociais.  


Octavio Neto Pitaluga
TEN - Top Executives Net
CNO - Chief Networking Officer


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Wednesday, September 30, 2009

Augumented Reality & Social Networks



This video shows a good application of Augumented Reality associated with Social Networks.

Is your company prepared for this new way of selling to digital consumers?

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Wednesday, September 23, 2009

Did you know 4.0?



Again the same questions:

1. What is your company doing about it?

2. What would your company do if they knew that your main competitor is doing quite a lot?


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Tuesday, September 08, 2009

TEN - Top Executives Net & Me Adiciona






O MeAdiciona.com é uma ferramenta desenvolvida com o intuito de facilitar sua vida. Através dela não será mais necessário explicar passo-à-passo como lhe encontrar na Top Executives Net (TEN) ou ditar seu e-mail do MSN para seus amigos. Tudo que você precisa dizer é meadiciona.com/voce.

Com seu perfil é possível centralizar suas informações de contato, além de compartilhar e seguir seus conhecidos, ficando atualizado sobre quaisquer alterações que ele fizer no perfil de contatos dele. Tudo ficará salvo em um só lugar acessível de qualquer lugar do mundo.

Para sua segurança, você pode criar níveis de privacidade, selecionando quais contatos cada grupo de seus contatos poderá visualizar.

Podemos dizer que o MeAdiciona.com é:

  • Agregador de link de perfis
  • Agenda de Contatos On-line
  • Cartão de Visita
  • Complementar a Top Executives Net (TEN)
Então você já sabe, quando clicar em "Meus Serviços", selecione Top Executives Net (TEN) no menu a sua disposição.

Abraços,


Octavio Pitaluga
CNO - Chief Networking Officer
TEN - Top Executives Net

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Thursday, August 20, 2009

Humberto Bossini divide sua experiência em redes sociais



Humberto Bossini é um amigo, cliente, parceiro, fornecedor, i.e., ele ocupa diversas posições em minha rede de relacionamentos e negócios. Nós nos conhecemos há cerca de 4 anos em redes sociais. Em princípio, convidei-o para um workshop sobre "gestão de redes de negócios". Depois disso ele fez o treinamento sobre "redes sociais". Nesse momento, ele criou o seu próprio blog. Atualmente, continuamos com um trabalho regular de coaching. Mais recentemente ele prestigiou de um de nossos TEN Biz-Hours. Visto que ele é um profissional super competente em gestão empresarial, Bossini já gerou oportunidades de negócios na semana seguinte. Conclusão: o trabalho funciona, principalmente, para profissionais de alto valor.


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Wednesday, August 19, 2009

Social Media Revolution

What is your company doing about it?



Stats from Video (sources listed below by corresponding #)

  1. By 2010 Gen Y will outnumber Baby Boomers….96% of them have joined a social network
  2. Social Media has overtaken porn as the #1 activity on the Web
  3. 1 out of 8 couples married in the U.S. last year met via social media
  4. Years to Reach 50 millions Users: Radio (38 Years), TV (13 Years), Internet (4 Years), iPod (3 Years)…Facebook added 100 million users in less than 9 months…iPhone applications hit 1 billion in 9 months.
  5. If Facebook were a country it would be the world’s 4th largest between the United States and Indonesia
  6. Yet, some sources say China’s QZone is larger with over 300 million using their services (Facebook’s ban in China plays into this)
  7. comScore indicates that Russia has the most engage social media audience with visitors spending 6.6 hours and viewing 1,307 pages per visitor per month – Vkontakte.ru is the #1 social network
  8. 2009 US Department of Education study revealed that on average, online students out performed those receiving face-to-face instruction
  9. 1 in 6 higher education students are enrolled in online curriculum
  10. % of companies using LinkedIn as a primary tool to find employees….80%
  11. The fastest growing segment on Facebook is 55-65 year-old females
  12. Ashton Kutcher and Ellen Degeneres have more Twitter followers than the entire populations of Ireland, Norway and Panama
  13. 80% of Twitter usage is on mobile devices…people update anywhere, anytime…imagine what that means for bad customer experiences?
  14. Generation Y and Z consider e-mail passé…In 2009 Boston College stopped distributing e-mail addresses to incoming freshmen
  15. What happens in Vegas stays on YouTube, Flickr, Twitter, Facebook…
  16. The #2 largest search engine in the world is YouTube
  17. Wikipedia has over 13 million articles…some studies show it’s more accurate than Encyclopedia Britannica…78% of these articles are non-English
  18. There are over 200,000,000 Blogs
  19. 54% = Number of bloggers who post content or tweet daily
  20. Because of the speed in which social media enables communication, word of mouth now becomes world of mouth
  21. If you were paid a $1 for every time an article was posted on Wikipedia you would earn $156.23 per hour
  22. Facebook USERS translated the site from English to Spanish via a Wiki in less than 4 weeks and cost Facebook $0
  23. 25% of search results for the World’s Top 20 largest brands are links to user-generated content
  24. 34% of bloggers post opinions about products & brands
  25. People care more about how their social graph ranks products and services than how Google ranks them
  26. 78% of consumers trust peer recommendations
  27. Only 14% trust advertisements
  28. Only 18% of traditional TV campaigns generate a positive ROI
  29. 90% of people that can TiVo ads do
  30. Hulu has grown from 63 million total streams in April 2008 to 373 million in April 2009
  31. 25% of Americans in the past month said they watched a short video…on their phone
  32. According to Jeff Bezos 35% of book sales on Amazon are for the Kindle when available
  33. 24 of the 25 largest newspapers are experiencing record declines in circulation because we no longer search for the news, the news finds us.
  34. In the near future we will no longer search for products and services they will find us via social media
  35. More than 1.5 million pieces of content (web links, news stories, blog posts, notes, photos, etc.) are shared on Facebook…daily.
  36. Successful companies in social media act more like Dale Carnegie and less like David Ogilvy Listening first, selling second
  37. Successful companies in social media act more like party planners, aggregators, and content providers than traditional advertiser
The above statistics and “Social Media Revolution” video tell the story, social media isn’t a fad, it’s a fundamental shift in the way we communicate. Please feel free to share with any non-believers!



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Friday, July 24, 2009

2o. TEN Biz-Hour Curitiba - 06 Agosto @ 19h


Presença em redes sociais gera negócios

Um estudo recente feito pelas empresas Wetpaint e Altimeter, amostra que empresas que tem uma maior atividade em redes sociais obtiveram um aumento médio de 18% nas vendas nos últimos 12 meses enquanto que empresas menos envolvidas, cairam em torno de 6% no mesmo período. Leia mais

Esse estudo só reforça o que venho falando nesse blog, em palestras e treinamentos há mais de 5 anos.
  1. Rede social não é um assunto do futuro. Já do presente. Aliás, quem ainda não entendeu já está bem atrasado. Portanto, comece hoje mesmo.
  2. Torça para que seu competidor não seja mais ativo do que você.
  3. Muito em breve, a presença em redes sociais será um qualificador tanto para a sobrevivência de profissionais quanto das empresas
  4. Já temos um número crescente de clientes digitais (geração digital) demandando por produtos e serviços digitais que serão oferecidos por profissionais digitalizados que trabalham em empresas de cultura similar. Digitalize-se agora!
Como bom Darwinista, não é mais o forte que vence o fraco mas o mais ágil e adaptável que vencerá o mais lento. O tamanho de hoje não assegura a sobrevivência do amanhã. As práticas que deram certo até o momento não garantem a sobrevivência no futuro... próximo.

Forte recomendação: Não deixe seu concorrente saber das nossas idéias, pois você pode estar arrumando mais um concorrente que já nasceu digital e, que portanto, é muito mais rápido do que a média do mercado. Os mais rápidos vão se encontrar e se unir através das redes sociais para competir contra os mais lentos que estão fora delas.

Cordialmente,

Octavio Pitaluga
CNO - Chief Networking Officer
TEN - Top Executives Net

Sunday, July 12, 2009

Internet entra de vez na disputa eleitoral

VALOR ECONÔMICO - 3 de Julho de 2009

por Yan Boechat e Cesar Felício, de São Paulo e Belo Horizonte


O segundo turno das eleições em Belo Horizonte do ano passado começou acirrado. Em uma arrancada surpreendente, o deputado federal Leonardo Quintão (PMDB-MG) chegou ao final do primeiro turno com uma diferença de apenas dois pontos percentuais em relação a Márcio Lacerda (PSB), o candidato apoiado pelo governador Aécio Neves (PSDB) e pelo então prefeito da capital, o petista Fernando Pimentel.

Tudo indicava que a eleição seria decidida por uma diferença de votos pequena. Mas, então, um vídeo com o humorista Tom Cavalcante fazendo uma representação caricata de Quintão começou a circular na internet. A atuação de Cavalcante fazia uma paródia corrosiva do candidado do PMDB, mostrando-o como um ser infantilizado, dono de um discurso desconexo e simplista.

O vídeo, postado no site You Tube e distribuído por e-mail e redes de relacionamento, foi um sucesso absoluto. Em poucas semanas centenas de milhares de pessoas o acessaram e, hoje, conta com quase 900 mil exibições, quase o mesmo número do vídeo em que rei espanhol Juan Carlos manda o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, se calar.

Na época Quintão tentou contra-atacar postando vídeos relacionando Lacerda ao escândalo do mensalão. Não adiantou muito. Apenas 31 mil internautas assistiram aos ataques ao candidato do PSB. Para muita gente do meio político mineiro, o vídeo na internet foi decisivo na derrota de Leonardo Quintão.

O caso mineiro é apenas um episódio isolado do uso da internet nas disputas eleitorais. Está muito longe ainda da estratégia estruturada de uso da grande rede em uma eleição, como fez o presidente americano Barack Obama. Apesar disso, ele mostra a força que a internet pode ter em uma disputa pelos corações e mentes dos eleitores.

Há quem aposte na mudança no modo de fazer política no país quando cerca de 130 milhões de eleitores forem às urnas na primeira semana de outubro do ano que vem. Quinze anos depois de ter chegado ao país, a internet já é acessada por mais de 40% da população brasileira. Ainda não ameaça a supremacia da propaganda eleitoral gratuita na televisão, que chega à quase totalidade dos domicílios, mas não poderá ser mais ignorada por quem pretende se eleger.

É por isso que hoje não há partido, marqueteiro ou candidato no Brasil que não esteja pensando na grande rede como ferramenta essencial para as eleições de 2010. Estima-se que PT, PSDB e seus aliados, destinem até 5% do orçamento para a rede no ano que vem. Em campanhas para o Legislativo, esse percentual pode superar os 50%.

Apesar de tantas previsões e a certeza de que as campanhas políticas no país serão transformadas pela internet, o fato é que poucos ainda sabem como isso vai acontecer. Oficialmente os partidos afirmam que o formato ainda não está definido. “É de fato ainda cedo para se saber exatamente o que vai acontecer, mas está todo mundo esmiuçando o que foi feito na campanha do Obama na internet para tentar repetir por aqui alguns dos seus resultados”, diz o professor da faculdade Cásper Líbero, Sérgio Amadeu, que estuda os impactos da rede no país.

Foi Barack Obama quem descortinou definitivamente o véu da obviedade que encobria o uso da internet nas campanhas políticas. Durante a campanha, teve mais de 1,5 milhão de pessoas cadastradas em sua rede social particular, a Mybarackobama.com e outras 2,5 milhões cadastraram seus telefones celulares para receber mensagens do candidato. Por meio de doações de pessoas físicas via web, arrecadou mais de US$ 660 milhões. Com tanta gente conectada, usou a rede para passar informações estratégicas e fornecer treinamento e material de campanha a seus militantes.

Na viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos, em março, assessores do Planalto mantiveram encontros informais tanto com o Google quanto com a equipe de comunicação de Obama. O projeto do blog presidencial foi apresentado na semana passada, em Porto Alegre, no fórum de software livre. Além de não ser grande navegador, Lula não pretende, segundo assessoria, alimentar um blog pessoal ou twitter, e muito menos, ler mensagens no correio eletrônico.

Não há quem creia que fenômeno semelhante possa se repetir em outro país de diferenças abissais como o Brasil. “Tudo aqui é diferente, o voto é obrigatório, a internet não é tão universalizada e a maneira como as pessoas se envolvem politicamente com as eleições é diferente, por isso é preciso tropicalizar a experiência americana para ter resultados”, diz Antonio Graeff, autor do recém lançado Eleições 2.0 – A internet e as mídias eleitorais no processo eleitoral (PubliFolha).

E tropicalizar essa experiência significa focar os esforços em um público que há muito tempo estava fora do esteriótipo do internauta brasileiro: os integrantes das classes C, D e E. Com o barateamento dos equipamentos de informática, os computadores começaram a entrar nas periferias das grandes cidades. No ano passado, pela primeira vez na história, venderam-se mais computadores do que aparelhos de televisão no Brasil. Segundo dados do IBGE compilados pelo Comitê Gestor da internet 28% dos lares brasileiros têm ao menos um PC.

Aliado a isso a expansão das populares lanhouses pelos rincões do país e pelas áreas mais pobres dos centros urbanos está transformando de forma radical o perfil do internauta. Das cerca de 60 milhões de pessoas que acessaram a internet em 2008, 67% fazem parte das classes C, D e E. Cerca de 80% dessas pessoas têm renda familiar mensal de até cinco salários mínimos. De ferramenta quase exclusiva da elite nos anos 90, a internet encerra a primeira década do século tendo como usuário um indivíduo cada vez mais parecido com o brasileiro médio.

E é exatamente nessa transformação do perfil do internauta que os partidos vão apostar. Apesar de o twitter ser a ferramenta da moda, de os blogs com pensatas complexas atraírem a atenção dos formadores de opinião e o Facebook ser o ponto de encontro dos mais conectados, a estrela da campanha eleitoral de 2010 será mesmo o bom, velho e hoje fora de moda Orkut. É essa a rede de relacionamentos que faz sucesso entre a massa de usuários da periferia brasileira. E é nela, claro, que os candidatos querem estar. “Nas lanhouses só da Orkut e MSN, não há para mais ninguém”, diz Moriael Paiva, diretor da área de campanhas políticas da Talk Interactive, uma empresa especializada em conteúdo para a internet. “Hoje 48% dos jovens brasileiros com mais de 16 anos acessam a internet pelas lanhouses”.

Moriel Paiva já é o que poderia ser chamado de marqueteiro político digital. Ele vem trabalhando na área desde 2002, quando coordenou a área na campanha presidencial do atual governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Naquela época, de forma ainda pouco organizada, conseguiu criar uma rede de eleitores de Serra com cerca de 30 mil membros. Batizada de Pelotão 45, serviu para que a coordenação de campanha conseguisse estabelecer um canal de informações aberto e constante com pessoas dispostas a multiplicar as propostas de Serra.

Paiva também coordenou a área digital da campanha do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM-SP) e tem ligações históricas com as duas siglas que estarão unidas contra o candidato do governo. Ele afirma que não há nada definido ainda sobre sua participação nas eleições de 2010, mas integrantes do PSDB e do DEM já o consideram na campanha. “Já estou enfronhado no assunto, mas não sei se vou trabalhar na campanha presidencial”, diz.

Nos projetos que vem desenvolvendo, Paiva coloca as redes sociais como o Orkut como o centro nevrálgico de uma estratégia bem sucedida. “Blogs, sites, vídeos, tudo isso é importante, mas é nas redes onde você vai conseguir trazer o eleitor para essas ferramentas, é ali que se ganham votos”. A estratégia é montar uma “rede de guerrilha”, como fez na campanha de Serra em 2002, para divulgar a campanha e, também, estar presente em todas elas. O alvo da estratégia são os usuários pouco informados, que não têm posição política clara. “É essa pessoa, com pouca escolaridade, que não é ligada em política, que pode amplificar nossa mensagem e fazer diferença, as classes A e B são importantes, mas já estão sedimentadas”.

No lado oposto do embate, o PT também começa a se preparar para a campanha digital. “A internet teve importância nas eleições anteriores, mas nada comparado ao que veremos agora, a telefonia 3G está universalizando a rede de forma inédita”, diz Gleber Najme, secretário de comunicação petista. Assim como a estratégia digital demo-tucana, a aposta do PT são as redes sociais.

O partido aposta que a militância histórica de seus apoiadores esteja conectada. É por meio dessa militância, ou guerrilha, como diz Paiva, que os dois partidos devem se utilizar de uma das ferramentas mais eficazes: as mensagens virais. São vídeos, imagens ou mesmo anedotas que se valem da bizarrice e do humor para se espalharem com rapidez maior que os vírus pandêmicos, como no caso de Quintão em BH.

Na campanha pela reeleição em 2006, o PT montou uma estrutura de “marketing anti-viral”, ou seja: o partido começou a responder em e-mails e vídeos na internet os ataques que recebia no mesmo formato dos adversários do presidente. Uma equipe foi montada exclusivamente para monitorar as mensagens negativas. Nas próximas eleições a experiência vai se repetir, por certo com uma estrutura ainda maior.

O mais jovem dos pretendentes ao Planalto, Aécio Neves, que tinha 34 anos quando a internet chegou ao país, é, assim como Lula, 14 mais velho, avesso à rede. Segundo sua assessoria de imprensa, o governador mineiro, o mais jovem dos pretendentes ao Planalto, a exemplo de Lula não costuma usar correio eletrônico como instrumento de trabalho e não acessa internet por telefone. Também não tem o hábito de usar o celular para receber e passar mensagens. Prefere ler as notícias no “clipping” impresso que recebe de sua assessoria do que no computador.

A pouca familiaridade de Aécio com o meio não impediu seu governo de responder aos ataques eletrônicos que sofreu, tanto em 2006, em sua reeleição, quanto em 2008, na disputa municipal. O último ataque veio por meio de um documentário postado no You Tube sobre a pressão exercida por Aécio contra a imprensa mineira. A resposta veio da Juventude do PSDB, que postou um outro vídeo rebatendo as críticas e fazendo novas acusações contra o autor do vídeo. Na avaliação interna do governo sobre o caso chegou-se a uma conclusão: as respostas só poderiam ser dadas no mesmo formato, pelo You Tube.


Wednesday, July 08, 2009

Social Networking: Brazil ranks 2nd after Russia


Russia has World’s Most Engaged Social Networking Audience

Vkontakte.ru Ranks as Most Popular Social Networking Site in Russia with 14 Million Visitors

LONDON, U.K., July 2, 2009 – comScore, Inc. (NASDAQ: SCOR), a leader in measuring the digital world, today released a study of the social networking category in Russia, based on data from the comScore World Metrix audience measurement service. The study found Russia to have the world’s most engaged social networking audience, with visitors spending 6.6 hours and viewing 1,307 pages per visitor per month.

Two-Thirds of Global Internet Users Access Social Networking Sites

Of the 1.1 billion people age 15 and older worldwide who accessed the Internet from a home or work location in May 2009, 734.2 million visited at least one social networking site during the month, representing a penetration of 65 percent of the worldwide Internet audience. The Russian social networking audience had the highest engagement among the 40 individual countries reported by comScore, with an average of 6.6 hours and 1,307 pages consumed per visitor. Brazil ranked close behind at 6.3 hours, followed by Canada (5.6 hours), Puerto Rico (5.3 hours) and Spain (5.3 hours).

“Social networking has become a popular online pastime not only in mature Internet markets like North America, but also in developing, high-growth Internet markets such as Russia,” said Mike Read, SVP & managing director, comScore Europe. “In a country as geographically large as Russia, social networking represents a way of connecting people from one corner of the country to the other. The highly engaged behavior of social networkers in Russia offers significant opportunity for marketers and advertisers seeking to reach these audiences.”

Top 20 Highest Engagement Social Networking Country Audiences

Ranked by Average Hours per Visitor*

May 2009

Total Worldwide, Age 15+ - Home & Work Locations

Source: comScore World Metrix

Country Average Hours per Visitor Average Pages per Visitor
World-Wide 3.7 525
Russia 6.6 1,307
Brazil 6.3 1,220
Canada 5.6 649
Puerto Rico 5.3 587
Spain 5.3 968
Finland 4.7 919
United Kingdom 4.6 487
Germany 4.5 793
United States 4.2 477
Colombia 4.1 473
Mexico 4.0 488
Chile 4.0 418
Ireland 3.8 462
Turkey 3.7 427
Venezuela 3.7 454
France 3.6 526
Australia 3.4 374
New Zealand 3.4 386
Switzerland 3.2 430
Italy 3.2 399

*Excludes traffic from public computers such as Internet cafes or access from mobile phones or PDAs.

Read more....

About comScore
comScore, Inc. (NASDAQ: SCOR) is a global leader in measuring the digital world and preferred source of digital marketing intelligence. For more information, please visit www.comscore.com/companyinfo.

Contact:
Jamie Gavin
comScore, Inc.
+44 (0) 207 099 1775
worldpress@comscore.com

Tuesday, June 30, 2009

Redes Sociais na Mídia (Port)

Membro da TEN - Top Executives Net e participante ativa do TEN Happy-Hour Curitiba, Ana Paula de Carvalho escreveu um artigo bem conciso e acurado sobre as oportunidades que as redes sociais oferecem aos profissionais digitais: "Saiba como as redes sociais podem impulsionar a carreira e os negócios". Vale a pena refletir sobre esse novo cenário.


10 Tips for TEN Happy-Hours

We have been organizing TEN Happy-Hours (photos) in Brazil for almost one year now. We have experienced it 10 editions in Rio de Janeiro, 1 edition in São Paulo and will launch it in Curitiba within this week.

We have noticed that only a few professionals really understand and benefit from these opportunities. Perhaps, it´s lack of proper awareness of what is really going on. So, in order to help you to maximize on your joining us, we decided to write down some simple tips. If everybody follow them and always bring value to all participants, we will enjoy a great experience together.


Before TEN Happy-Hour
1. Join TEN - Top Executives Net and register online for the specific TEN Happy-Hour
2. Complete your profile with photo
3. Send the invitation to your peers (be selective)
4. Bring at least one person (we recommend to bring a happy client or business partner, who can tell others how good you are in what you do - indirect sell)
5. Post one video on TEN about your work or something you really love. You will appear on TEN´s home page. This simple fact will increase your visibility before members and visitors.

During
TEN Happy-Hour
6. Be yourself, open and friendly. Approach people naturally.
7. Introduce yourself and your friends while exchanging business cards (Yes, bring business cards with you, of course) . You may even mention your video on TEN.
8. Spend in average 10 minutes with one new contact as time flies very fast during the event. You are just ice-breaking. You will neither sell/buy anything nor get a new job there.

1 day After TEN Happy-Hour
9. Go to the presence list and send a kind note to all attendees. Some of them you talked in person. Others, you can schedule a later talk or just meet next time. This simple fact will make members visit your profile and think of business ideas with you.
10. Spread TEN´s traditional thank you note to your peers and invite them to register on TEN and be aware of our upcoming TEN Happy-Hour calendar.


As one can easily see, it can be done by anyone, anytime, anywhere. It´s a just a matter of experiencing a new approach to life and develop healthier habits.

May God bless your life and business!

Sunday, June 07, 2009

Twitter: New & Serious Beginning

There is so much being said about Twitter recently everywhere that I decided to that start a serious begining there. This graph below shows that, from this weekend onwards, I am applying a new methodology in order to grow much quicker my presence inside Twitter. So far so good as I managed to increase 233 new contacts, i.e., I basically doubled the size of my network in the last 24 hours.



The main way to make this effort tangible is to measure a serious increase in the attraction and participation of people inside TEN and mainly concerning TEN Happy-Hours. Let´s see what kind of audience is hidden inside Twitter. I will keep you posted on my outcome in this sense.

Poll: Will you come to TEN Happy-Hour?

Please answer it via Social Too

  1. 10th TEN Happy-Hour in Rio on Jun 16th
  2. 1st TEN Happy-Hour in Sampa on Jun 24th
  3. 1st TEN Happy-Hour in Curitiba on Jul 02nd
  4. Two of them
  5. All of them

If positive, please email full names to contact@topexecutivesnet.com mentioning the event(s) you and your friends will attend.

Thanks in advance,


Octavio Pitaluga
TEN - Top Executives Net
CNO - Chief Networking Officer


Friday, June 05, 2009

Entrevista: Folha Universitária (UNIBAN)


















Fomos entrevistados pela Folha Universitária da Uniban recentemente sobre o tema de Redes Sociais. Eis abaixo nossa modesta e sumarizada contribuição.

Expert em redes sociais

Leiam o artigo na íntegra

Thursday, June 04, 2009

New Twitter Research from Harvard Business.org

New Twitter Research: Men Follow Men and Nobody Tweets

from HarvardBusiness.org by Bill Heil and Mikolaj Piskorski


Twitter has attracted tremendous attention from the media and celebrities, but there is much uncertainty about Twitter’s purpose. Is Twitter a communications service for friends and groups, a means of expressing yourself freely, or simply a marketing tool?

We examined the activity of a random sample of 300,000 Twitter users in May 2009 to find out how people are using the service. We then compared our findings to activity on other social networks and online content production venues. Our findings are very surprising.

Of our sample (300,542 users, collected in May 2009), 80% are followed by or follow at least one user. By comparison, only 60 to 65% of other online social networks’ members had at least one friend (when these networks were at a similar level of development). This suggests that actual users (as opposed to the media at large) understand how Twitter works.

Although men and women follow a similar number of Twitter users, men have 15% more followers than women. Men also have more reciprocated relationships, in which two users follow each other. This “follower split” suggests that women are driven less by followers than men, or have more stringent thresholds for reciprocating relationships. This is intriguing, especially given that females hold a slight majority on Twitter: we found that men comprise 45% of Twitter users, while women represent 55%. To get this figure, we cross-referenced users’ “real names” against a database of 40,000 strongly gendered names.

Even more interesting is who follows whom. We found that an average man is almost twice more likely to follow another man than a woman. Similarly, an average woman is 25% more likely to follow a man than a woman. Finally, an average man is 40% more likely to be followed by another man than by a woman. These results cannot be explained by different tweeting activity – both men and women tweet at the same rate.

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These results are stunning given what previous research has found in the context of online social networks. On a typical online social network, most of the activity is focused around women – men follow content produced by women they do and do not know, and women follow content produced by women they knowi. Generally, men receive comparatively little attention from other men or from women. We wonder to what extent this pattern of results arises because men and women find the content produced by other men on Twitter more compelling than on a typical social network, and men find the content produced by women less compelling (because of a lack of photo sharing, detailed biographies, etc.).

Twitter’s usage patterns are also very different from a typical on-line social network. A typical Twitter user contributes very rarely. Among Twitter users, the median number of lifetime tweets per user is one. This translates into over half of Twitter users tweeting less than once every 74 days.

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At the same time there is a small contingent of users who are very active. Specifically, the top 10% of prolific Twitter users accounted for over 90% of tweets. On a typical online social network, the top 10% of users account for 30% of all production. To put Twitter in perspective, consider an unlikely analogue – Wikipedia. There, the top 15% of the most prolific editors account for 90% of Wikipedia’s edits ii. In other words, the pattern of contributions on Twitter is more concentrated among the few top users than is the case on Wikipedia, even though Wikipedia is clearly not a communications tool. This implies that Twitter’s resembles more of a one-way, one-to-many publishing service more than a two-way, peer-to-peer communication network.


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Bill Heil is a graduating MBA student at Harvard Business School, and will start at Adobe Systems as a Product Manager in the fall. Mikolaj Jan Piskorski is an Assistant Professor of Strategy at HBS who teaches a Second Year elective entitled Competing with Social Networks. Bill undertook research for parts of this article in the context of that class.

i Piskorski, Mikolaj Jan. “Networks as covers: Evidence from an on-line social network.” Working Paper, Harvard Business School.

ii Piskorski, Mikolaj Jan and Andreea Gorbatai, “Social structure of collaboration on Wikipedia.” Working Paper, Harvard Business School.


Tips about Tweetdeck by Jesse Newhart

Wednesday, June 03, 2009

Is Obama already re-elected? Most likely, yes

Please read carefully between the lines of this announcement below:

QUOTE


Google’s Top Policy Executive to Join Obama Administration

By Miguel Helft



Andrew McLaughlin, Google’s head of global public policy, is leaving the company to join the Obama administration, according to two people with knowledge of Mr. McLaughlin’s plans.

Mr. McLaughlin will be deputy chief technology officer, reporting to Aneesh Chopra, the chief technology officer, who was previously Virginia’s secretary of technology, said these people, who agreed to speak only if their names were not used because Mr. McLaughlin’s appointment had not been announced.

Mr. McLaughlin’s move is likely to renew concerns among some Google rivals and public policy groups about Google’s growing clout in Washington.

A Google spokesman confirmed that Mr. McLaughlin was leaving the company. Mr. McLaughlin did not immediately respond to an e-mail message seeking comment. An e-mail message to the White House press office was not immediately answered.

Mr. McLaughlin joined Google about five years ago and directed the company’s public policy efforts. Previously he was an executive at the Internet Corporation for Assigned Names and Numbers, a nonprofit group that helps coordinate the Internet’s address system. He is an emeritus fellow at the Berkman Center for Internet and Society at Harvard, and was part of Mr. Obama’s transition team as a member of the Technology, Innovation and Government Reform Policy Working Group.

Mr. McLaughlin is the latest Google executive to take an official role in the Obama administration. Eric Schmidt, Google’s chief executive, has been a close adviser to President Obama’s transition team and is now a member of the President’s Council of Advisors on Science and Technology.

Katie Stanton, a former Google project manager, joined the White House as its director of citizen participation. And Sonal Shah, former head of global development at Google.org, now heads the White House Office of Social Innovation.

Some critics fear that the growing presence of former Google employees in the administration could lead to purchasing and policy decisions that improperly benefit the company at a time when the company’s power is likely to come under increasing scrutiny from regulators. Already the Federal Trade Commission is looking into whether the ties between the boards of Google and Apple amount to a violation of antitrust laws. The Justice Department is inquiring into the antitrust implications of Google’s settlement of a lawsuit with publishers and authors.

In a statement, Google said: “We understand that in order to be successful in Washington we need relationships on both sides of the aisle, and we have worked over the past few years to strengthen those relationships. As for a small handful of Googlers leaving the company to join the administration, we respect their decision to work in public service and wish them all the best in their new and exciting jobs.”
UNQUOTE


Meantime, there are serious and big companies whose directors could not yet manage to understand the power of Internet and, mainly, social networks in business. May God bless them.